Motor de cálculo tributário: da avaliação à tomada de decisão

Motor de cálculo tributário: da avaliação à tomada de decisão
Motor de cálculo tributário: da avaliação à tomada de decisão
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Muitos gestores já incorporaram a automação do cálculo de impostos indiretos às discussões sobre conformidade, eficiência operacional e redução de riscos. Por isso, grandes empresas buscam ferramentas capazes de trazer mais consistência para esse processo.
 
Atualmente, os motores de cálculo se consolidam como uma das principais alternativas para lidar com a complexidade fiscal e reduzir a dependência de regras mantidas diretamente nos ERPs. Mas, antes de qualquer decisão, é preciso examinar o grau de aderência dessa tecnologia à operação.
 
Foi com esse objetivo que a Adejo, em parceria com a Thomson Reuters, desenvolveu uma jornada para que diferentes profissionais avaliem, de forma estruturada, se um motor de cálculo de impostos é a alternativa adequada para os seus desafios tributários.
 

Como funciona a jornada de avaliação

A jornada foi estruturada em cinco etapas, que aprofundam gradualmente a análise da complexidade tributária. Cada uma parte dos resultados da anterior para avançar na compreensão dos negócios e examinar, de forma progressiva, a aderência de um motor de cálculo à operação.
 
  1. Check-up Adejo
  2. Resultado de complexidade
  3. Conversa com especialista
  4. Pré-diagnóstico Thomson Reuters
  5. Avaliação do ONESOURCE Determination (IDT)
 

Etapa 1: Check-up Adejo

A jornada começa pelo check-up Adejo. Para quem ainda não realizou essa etapa, trata-se de um diagnóstico rápido que identifica sinais relacionados à complexidade tributária da empresa.
 
As perguntas são de múltipla escolha e levam poucos minutos para serem respondidas. Não é necessário reunir informações detalhadas ou realizar levantamentos prévios para concluir essa etapa.
 
O participante informa, de forma preliminar, aspectos como:
 
  • Abrangência nacional da operação;
  • Dependência entre Fiscal e TI;
  • Quantidade de SKUs administrados;
  • Esforço necessário para implementar mudanças tributárias;
  • Preparação para a Reforma Tributária do Consumo.
 

Etapa 2: Resultado de complexidade

Com base nas respostas do check-up, o profissional recebe uma classificação de acordo com o nível de complexidade tributária identificado:
 
  • Complexidade controlada
  • Complexidade crescente
  • Complexidade alta
 
O resultado indica se vale investigar melhor o cenário da empresa. Não se trata, portanto, de um diagnóstico definitivo, mas de um ponto de partida para as etapas seguintes.
 

Etapa 3: Conversa com especialista

Com base nos resultados da avaliação, o profissional que respondeu ao check-up pode optar por uma conversa com um especialista para discutir o cenário da empresa com mais profundidade.
 
Aspectos como estratégia de crescimento, estrutura organizacional, arquitetura de sistemas e iniciativas já em andamento ajudam a contextualizar os desafios e as necessidades específicas da operação.
 
Essa etapa também permite avaliar se há elementos que justifiquem avançar para um estudo técnico mais detalhado.
 

Etapa 4: Pré-diagnóstico Thomson Reuters

Quando os estágios anteriores indicam que vale seguir com a jornada, o próximo passo é o pré-diagnóstico da Thomson Reuters. Para essa análise, é necessário levantar e organizar uma série de informações da empresa e dos negócios.
 
Isso permite dimensionar a operação tributária com dados concretos, em vez de trabalhar apenas com uma percepção inicial. O resultado também servirá de base para a avaliação da aderência do ONESOURCE Determination (IDT), motor de cálculo de impostos da Thomson Reuters.
 
Entre os dados considerados estão:
 
  • Empresas e filiais;
  • Faturamento anual;
  • Tipos de operações tributárias;
  • Sistemas utilizados;
  • Regimes especiais;
  • CNPJs, CFOPs e NCMs;
  • Volume de documentos fiscais emitidos e recebidos.
 

Etapa 5: Avaliação do ONESOURCE Determination (IDT)

Com as informações levantadas nas etapas anteriores, é possível avaliar a aderência do ONESOURCE Determination (IDT) à arquitetura de sistemas da empresa, bem como a capacidade da solução de atender às demandas atuais e futuras dos negócios.
 
Ao final dessa jornada, os profissionais que buscaram o diagnóstico reúnem elementos efetivos para decidir se a adoção do IDT faz sentido para sua realidade e compreender os próximos passos envolvidos em uma eventual implementação.
 

Uma jornada de entendimento, não de conclusão antecipada

Mensurar a complexidade tributária não significa partir da premissa de que existe um problema a ser resolvido ou de que uma solução específica será necessária. Por isso, a jornada de diagnóstico que apresentamos não precisa ser concluída por todas as empresas.
 
A proposta é construir, passo a passo, uma visão mais precisa sobre os fatores que dificultam a determinação dos impostos. Isso inclui desde o esforço envolvido na revisão de cálculos até a capacidade dos sistemas de acompanhar as exigências da Reforma Tributária.
Essa visão ganha valor quando chega o momento de tomar decisões sobre processos, tecnologia e investimentos. Ter critérios claros e informações concretas permite que as discussões partam da realidade da operação, e não de uma percepção superficial sobre os seus desafios.
 
 

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